I – A Neurose
Minas Gerais, 21 de junho de 1978
Eu desci daquele carro da forma mais normal possível; não usava uma maquiagem exagerada, roupas espalhafatosas ou um penteado diferenciado. Porém, não foi o suficiente.
Quando pisei no cimento da calçada, vi, de longe, uma adolescente com mais um rapaz conversando. No momento que me viram, riram intensamente. A moça, loira, apontava seu dedo indicador na minha direção e continuava a sorrir em uma espécie de euforia, como se estivesse mostrando algo fascinante a ele.
Questionei-me sobre o que poderia ser. Será que me acharam parecida com alguém que conheciam? Haviam me confundido? Pensado que era bonita demais ou feia demais? Eu não saberia responder.
Mas sabia que havia me sentido como uma anomalia; uma espécie de ser humano inferior, ou que estava ali apenas para o entretenimento alheio, uma mulher presa em um circo de horrores. Era como se eu não tivesse o direito de ir e vir tranquilamente por causa daqueles adolescentes.
A forma como gesticulavam, as suas arcadas dentárias aparecendo por completo ao sorrirem e as roupas típicas de adolescentes que vestiam: poucas coisas me irritaram mais em minha vida do que a figura daqueles jovens rindo.
De fato, não iria parar naquele supermercado em que estavam. Porém, parei. Olhei-os de forma assertiva e segui andando em suas direções. Aqueles curtos segundos soavam como horas, e, em alguns instantes, havia chegado a eles.
Quando pairei na frente de ambos, recuaram com confusão.
— Tem algo no meu rosto, meu bem? — perguntei à garota.
A garota piscou seus olhos intensamente:
— Como assim, moça? Eu… não, não entendi. – Olhava para o garoto, ainda mais desnorteada, e gaguejava.
— Eu desci daquele carro e vocês, instantaneamente, começaram a rir de mim. Acho que deve haver algum problema muito grave comigo para ser feita de chacota dessa forma.
O rapaz arregalou os olhos, assustado:
— Moça, desculpa, eu acho que foi um mal-entendido. Nós comentamos que você parecia uma conhecida nossa… apenas isso – respondeu de forma passiva.
— E que conhecida é essa?
— Uma prima nossa. Nós não estávamos rindo de você. Desculpa. Foi apenas uma confusão.
— Posso saber o nome dessa prima? – perguntei, ainda agitada.
– Fernanda. Ela é de Campinas.
— Tudo bem… – respirei fundo e me senti patética ali. Ao ver aqueles garotos em minha frente, tive a consciência do quão histérica eu estava sendo. “Louca, louca…” — pensei.
— Realmente, foi um mal-entendido. Eu estou um pouco nervosa hoje – disse e saí de perto deles, mortificada. Fui em direção ao hospital em que trabalhava, que se situava ao lado do tal supermercado.
Andei mais um pouco e, em alguns segundos, estava dentro do edifício. Cumprimentei o recepcionista e, quando me perguntou com quem queria conversar, disse que era com a coordenadora do hospital e minha então supervisora, Ângela.
Subi as escadas junto a ele, com um nervosismo ainda em mente. Sentei-me na cadeira da coordenação do local e esperei o momento da supervisora me chamar. Tinha as pernas cruzadas e olhava para as minhas unhas constantemente, tentando ver se estavam bonitas.
— Raquel, querida? Pode entrar – Ângela, que era uma mulher bastante monossilábica, disse a mim.
Fui até a sua pequena sala e sentei-me novamente. Agora na cadeira que havia na frente da mesa da supervisora. A porta de vidro do local tornava possível qualquer um ali assistir à nossa conversa, e eu havia amarrado meus cabelos castanhos em um coque.
— Então, o que foi?
— Ãn… eu queria te perguntar sobre a assinatura do documento que você me pediu.
— Sim, o que é que tem ele?
Comecei a ter cuidado com as minhas palavras e meu tom de voz:
— Eu acabei esquecendo o prazo de assiná-lo e queria saber se tem algo que pode ser feito agora.
— Era para você ter assinado – disse abruptamente.
— Eu sei, mas cheguei a ir à secretária e assinei algo. Porém, olhei agora e vi que estava indeferido.
— Se está indeferido, quer dizer que você não assinou, Raquel. Isso era responsabilidade sua.
— Mas eu assinei algo – começava a ficar nervosa.
– Como foi essa assinatura?
— Era em uma folha amarelada.
— Então não foi a assinatura do termo. Se fosse, seria repetida três vezes e, inclusive, pedindo o seu CPF. Era uma coisa simples, e mesmo assim você não conseguiu fazer.
Olhei para ela por vários segundos, sem saber o que lhe dizer.
— Existe outro protocolo que eu possa seguir?
— Não mais. Você veio me perguntar apenas agora, no final de semestre – sorriu de forma irônica.
Permanecemos em um silêncio extremamente desconfortável. Desde que a conversa havia iniciado, sentia minha postura se curvando para frente, ficando completamente engessada. Também tinha dificuldades em manter contato visual com Ângela, sentindo-me envergonhada por tudo aquilo.
A falta de palavras continuava, e, de forma contida, eu disse:
— Eu sei que isso não é uma justificativa e que você não tem nada a ver, porém, estou passando por um momento bastante complicado e me sentindo muito mal emocionalmente — pausei —, então, fazer coisas bobas como assinar um documento ou organizar uma planilha acaba sendo difícil demais nesse estado. — Passei a mão sobre o rosto.
Ângela me encarou por alguns segundos e respondeu:
— Imagino que esteja sendo difícil, porém você tem que ter em mente que é uma adulta com responsabilidades. Quando aceitou esse emprego, foi tendo em mente essas questões… Todos temos razões para não fazermos as coisas; contudo, fica complicado dessa forma.
Olhei para a minha diagonal, sentindo-me embotada sentimentalmente.
— Fale com a secretária e conte que não assinou. Se não der certo, talvez não seja possível renovar seu contrato com a empresa… Por isso, avisei você desde o início sobre a importância do prazo da assinatura.
— Tudo bem, irei conversar com ela. — Sorri sem mostrar os dentes, ainda de forma engessada.
— Sem problemas. — Ângela disse, e eu me levantei.
Segui andando para fora dali como se tivesse sido alvejada. Durante aquela difícil conversa, havia perdido toda pouca vitalidade que possuía, ficando completamente apática, oca por dentro. O mais doloroso daquilo era que eu sabia que Ângela estava completamente certa em tudo o que disse. Se estivesse errada ou se tivesse se excedido, seria mais fácil lidar com aquilo.
“Culpada” — pensei e divaguei sobre o tremendo desmazelo e a irresponsabilidade que havia dentro de mim. Apesar de péssima emocionalmente, tinha a noção de que uma coisa não justificava a outra. Afinal, quantas pessoas não passam por períodos mentais avassaladores e, mesmo assim, conseguem ser bons profissionais no fim do dia? Não havia desculpas às quais eu pudesse me prender.
Porém, era extremamente difícil enxergar uma saída para mim naquele momento. De fato, não me sentia bem psicologicamente e, portanto, era quase impossível arcar com as responsabilidades, metas e planos que havia imposto para mim mesma. Apenas Deus sabia como eu queria ser a Raquel das minhas idealizações: aquela que faria tudo perfeitamente bem e que sempre teria disposição para o amanhã, sem olhar para trás.
A questão é que eu não era essa Raquel. Na concretude, eu era falha, humana, contraditória, exagerada, insuficiente, deformada… neurótica. Alguém que havia perdido a maioria de suas amizades naquele período e que, constantemente, se perguntava o porquê daquilo. Alguém que não fazia nenhum relacionamento amoroso durar mais de três meses, mesmo se esforçando muito. Alguém que dormia mal. Alguém que não se alimentava bem. Alguém que não apareceria nas colunas sociais e nem tinha feitos marcantes em vida. Alguém que ainda errava na própria maquiagem e que, aos 23 anos, também não havia descoberto qual corte de cabelo mais a valorizava. Nossa, como era terrível ser uma pessoa comum.
Com aquela efervescência de sensações, retirei-me do hospital e pedi um táxi até minha casa. No caminho, balançava as pernas com frequência e olhava para as ruas da cidade de maneira ainda apática. Visualizei um carro de guerra dos militares em plena avenida principal, porém nem aquilo conseguiu chamar minha atenção.
Cheguei ao meu endereço às 9h52 da manhã. Maria, a empregada doméstica que trabalhava para meus pais, estava lá.
— Maria, você pode fazer torradas para mim, por gentileza?
— Posso sim. — Ela respondeu educadamente e começou a preparar a comida. Era uma senhora acima do peso, com cabelos escuros cortados em um Chanel e semblante sofrido, marcado pelo tempo e pelas dificuldades.
Apesar do delicioso café preparado previamente e das ótimas torradas que Maria havia feito, fiz a refeição ainda sem muita emotividade. Quando terminei, segui em direção ao meu quarto no segundo andar. Retirei a blusa que usava, os saltos altos e os acessórios, ficando apenas com meu sutiã e a saia cinza.
Fechei as cortinas, liguei o ventilador do teto, deitei-me em posição fetal e adormeci, completamente cansada.
Passei o resto daquele dia de forma não muito diferente dos objetos inanimados da minha casa. Almocei, lavei o cabelo, refiz as unhas, escutei o disco Silk Degrees, do Boz Scaggs. Tudo de maneira extremamente distante, como se nem estivesse fisicamente lá.
Divagava sobre como estava condenada àquele sofrimento de viver uma vida inexpressiva, sem grandes movimentações. Eu odiava aquele cotidiano rotineiro e tudo de banal que possuía ali. Detestava as minhas aulas de balé, os dias no trabalho como enfermeira, as burocracias para resolver questões no banco e o tédio que me assolava.
Invejava, ao extremo, as pessoas que conseguiam ver brilho no dia a dia, que se sentiam encantadas com a simplicidade e que se contentavam com o pouco. Pensava que, se fosse assim, seria imensamente mais feliz.
Às 20h48, desci de meu quarto e liguei a televisão da sala de estar em um canal qualquer.
Naquele momento, uma novela famosa sobre um ilusionista passava na televisão. Assisti à abertura, que sempre me pareceu estranha devido às imagens simbólicas e ocultistas presentes ali, e me sentei no sofá azulado do cômodo.
Confesso que nunca fui a maior entusiasta de telenovelas, porém apreciava aquela trama em específico. Uma cena com uma atriz da época, chamada Dina Sfat, estava passando, e eu a assistia atentamente.
Sempre havia gostado dela. Achava-a bonita, talentosa, inteligente e extremamente interessante. Diferenciada das demais artistas da época, que sempre soavam superficiais demais.
Ainda estava abalada pelos acontecimentos da manhã e, portanto, continuava sentindo aquela inquietação mental somada ao sentimento de distanciamento e vazio, que não sabia denominar.
Porém, enquanto encarava os olhos da atriz na televisão, algo explodiu dentro de mim. Tive uma sensação de que, provavelmente, nunca terei novamente em toda minha vida; como se as peças de um quebra-cabeça houvessem sido montadas.
“Não, que loucura! Pare com isso.” — Disse para mim mesma, porém não conseguia afastar o pensamento. Levantei-me com certa euforia e sentia meu coração batendo cada vez mais forte.
Andei em círculos, e minha neurose parecia aumentar. Refleti sobre como aquilo era um devaneio e que precisava pensar com racionalidade. Tentava não levar a sério o que tinha em minha mente, mas parecia impossível não o fazer.
Com um sentimento agridoce, fui até o telefone de minha casa e disquei para Helena, uma das únicas amigas que tinha na época. Enquanto ela não atendia, mordia inconscientemente o polegar sobre minha boca.
Estava com a respiração ofegante e, em alguns instantes, ela atendeu.
— Olá, cherrie, tudo bem?
— Oi, tudo sim, meu bem. Como você está? — Perguntei, tentando fingir casualidade.
— Ah, estou bem… Um pouco cansada, mas acontece. Estou tendo que trabalhar mais que o normal.
— Poxa, amiga. Você pegou mais turmas?
— Sim… Estou com nove agora, acredita? E o salário ainda extremamente baixo… Não é à toa que minha mãe disse que mulher trabalhando é a coisa mais inútil do mundo. Disse que estaríamos ganhando mais se focássemos em um marido rico do que em um emprego meia-boca. — Nós duas gargalhamos.
— Ela fala as coisas mais sem noção do mundo, mas, se você parar para pensar, sempre tem um sentido. — Sorri.
— Exatamente! À frente do tempo dela, com certeza. — Pausou. — Mas e você? Como está?
“Como eu estava?” — Que coisa difícil de responder claramente. Nem sabia por onde começar e se começaria, de fato. De qualquer forma, lembrei do conselho que minha analista havia me dado; disse-me para me abrir mais com terceiros, que aquilo ajudava.
— Eu estou levando… Hoje tive um estresse no trabalho e levei um sermão da supervisora. Porém, ela estava completamente certa. Fui muito irresponsável e talvez até perca meu emprego.
— Caramba, Raquel… Pelo menos é fácil achar trabalho como enfermeira.
— Pois é. — Pausei por alguns segundos. — E você acredita que hoje eu também parei uns adolescentes que estavam rindo de mim? Pensei que era algo sério, porém eles apenas me acharam parecida com uma prima deles. Senti-me como a louca do centro.
Helena riu com aquilo e respondeu:
— Mas por que você fez isso?
— Estava nervosa e irritada o caminho inteiro até o trabalho. Quando vi aqueles meninos, parecia que atingi o meu cúmulo.
— Nossa… Isso deve ter algo a ver com o que o analista te falou.
Fiquei reflexiva e disse:
— Sim… Quando ele me falou que eu tinha uma neurose grave, acabei não levando muito a sério, mas estou vendo como isso é real esses dias. Estou me percebendo cada vez mais agoniada, preocupada e à flor da pele. E sabe qual é o problema? Eu idealizei por muito tempo o momento em que me curasse da leucemia e apostava toda a possibilidade da minha felicidade nisso. Quando aconteceu, em 75, eu de fato me senti melhor por um certo período, mas logo aquele vazio voltou até mim, como se eu ainda fosse uma enferma.
Permanecemos em um certo silêncio durante a ligação.
Continuei:
— Enfim, era como se eu tivesse criado grandes expectativas em relação à minha vida como uma pessoa saudável, mas, quando isso realmente aconteceu, fiquei desapontada. Acho que percebi como as coisas são cinzas, sem graça e repetitivas, na verdade… e isso me consome. — Passei a mão sobre os cabelos. — Hoje em dia, só sei que quero fugir de tudo isso.
Helena ficou sem dizer nada por alguns instantes, talvez pensando no que dizer para mim:
— Eu te entendo, amiga. Às vezes eu também me sinto como um rato andando em voltas numa rodinha… Acho que todos nos sentimos assim, para ser sincera. A televisão e as revistas vendem que ser um jovem adulto é algo tão fascinante e libertador, mas, quando chegamos nessa fase, nada é bonito como deveria ser, sabe?
— Pois é, e isso é culpa da nossa geração, eu acho. Nossos pais não foram criados assim, com televisão. Eles não precisavam ter contato com pessoas que sempre pareciam estar melhores do que eles. Acho que nós, que nascemos depois da rádio, ficamos assim; com uma disforia em relação a tudo. Nunca se contentando ou aceitando. — Sorri inconformada.
— Exato… Você está certa, meu bem.
— Sabe de uma coisa, Helena? Mais cedo, eu estava assistindo à novela das oito, e… — Antes de completar o que tinha para dizer, me questionei se falaria ou não. Tinha medo de não ser levada a sério. — Eu sei que o que vou te dizer vai parecer extremamente bobo, mas, enquanto eu estava assistindo a uma cena com a Dina Sfat, senti que uma chave virou na minha cabeça. Acredito que já comentei com você como sempre a achei uma mulher incrível, excepcional.
— Sim, já comentou…
— Pois é, naquele momento, enquanto eu a olhava, percebi que havia uma salvação para mim. Se me tornasse uma atriz como ela, minha rotina não seria mais a mesma. Eu iria evitar as planilhas, os prazos, o tédio, a trivialidade e o vazio. Poderia ter uma vida celebrada, muito longe da existência de uma enfermeira qualquer…
Minha então amiga demorou para responder, ficando calada:
— Mas você pensa nisso seriamente?
— Não sei, talvez seja uma loucura minha. Porém, fez tanto sentido na minha cabeça. Acho que os artistas têm essa mesma inquietação que eu tenho; por isso são criativos e tão complicados.
— Eu entendi, querida…, mas é algo difícil, você sabe, né? Teria que mudar de cidade, largar tudo. Não quero te desmotivar, mas imagino que devem existir centenas de meninas e meninos tentando a sorte nesse ramo. É muito incerto.
— Eu sei que é incerto e ainda terei que pensar bastante nisso, mas acho que existe uma pequena chance de dar certo. E se realmente der certo, você imagina o quão incrível seria? Você imagina o quão fascinante seria ser como a Dina Sfat?
Helena permaneceu em silêncio, como se aquelas perguntas fossem demais para si. Me questionei se a estava consumindo com minhas neuroses, porém, de qualquer forma, continuei:
— Se fosse como ela, eu saberia o porquê de adolescentes olharem ou falarem de mim em um supermercado e nunca precisaria confrontá-los. Se fosse como ela, saberia qual é o meu corte de cabelo correto, e minha maquiagem jamais estaria errada. Se fosse como ela, não precisaria mais me preocupar com as vagas de um concurso público patético na prefeitura. Se fosse como ela, não precisaria mais lidar com o vazio da minha insignificância ou me questionar se sou interessante o suficiente para os outros… — Pausei. — Se fosse como ela, eu estaria livre.
II – O Sucesso.
Jornal Cultural, 8 de dezembro de 1979
Raquel Vieira irá estrelar a nova novela das nove
Por Redação
Sucesso, sucesso… Após fazer sua estreia na novela das seis “De César” no ano passado, a mineira Raquel Vieira teve seu nome confirmado como a protagonista da nova novela das oito, cujo título ainda não foi revelado.
O ano de 1979, para Raquel, provavelmente foi um dos mais proveitosos que um artista brasileiro teve nos últimos tempos. Além da telenovela que protagonizou, também estrelou a bem-sucedida peça de teatro “Fontana” e fechou diversos trabalhos publicitários, sendo a mais nova garota-propaganda da Coca-Cola, fazendo o público se perguntar de onde vem tanta ambição.
Porém, com 1,72 m de altura, cabelos loiros extremamente bonitos e uma silhueta de tirar o fôlego, não é difícil imaginar o porquê de a jovem ter feito um sucesso tão repentino. Nascida em Montes Claros, no estado de Minas Gerais, ela atualmente mora em um elegante apartamento localizado no bairro do Leblon e, constantemente, aparece nas colunas sociais da Cidade Maravilhosa.
Bastante discreta, a moça pouco fala sobre seu passado e vida pessoal, dando mínimos detalhes sobre seus relacionamentos amorosos ou sociais.
Apesar de a conhecermos tão pouco, não precisamos duvidar que Raquel Vieira deve estar extremamente feliz. Afinal, quem poderia estar descontente com tudo isso?

Pedro Sanches Virgolino: Tenho 22 anos e, atualmente, curso Psicologia. Também sou professor de Língua Inglesa. Sempre me interessei por escrita e literatura desde a primeira infância, principalmente através de contos de mitologia grega e nórdica. Com o tempo, fui criando uma afinidade muito grande com as matérias de redação e língua portuguesa na escola, tendo uma facilidade especial para elas. Acabei cursando Psicologia devido ao meu grande interesse em ajudar os outros de forma subjetiva.
Parabéns! Super amei a leitura! Pois nos deixa preso com vontade de ler mais!
Excelente conto, narrativa muito concisa. Parabéns!
Conto maravilhoso,
Parabéns meu sobrinho e afilhado,
Continue escrevendo, vc vai ser um sucesso!!
Bjs
Top! Hoje a terapia é tua
Parabéns excelente leitura …
Parabéns ótima leitura …
Parabéns pela excelente apresentação e boa leitura, que seja o primeiro de muitos estudos. Sucesso para você! Titia está muito feliz por você.